Les chansons d'amour

Franz Schubert - Trio n°2 en mi bémol majeur (Op. 100)

Percurso de Salreu


Arrozais, cegonhas, vento, tranquilidade, campos de cultivo, gafanhotos, água, juncos, nuvens, máquinas agrícolas, girinos, sapais, 8kms, lagostins, esteiros, fotos, ruídos, liberdade, cais, árvores, sede, cansaço.

Assim foi passada a minha tarde de domingo. Obrigado Esteva e Petroy por me terem dado a conhecer tão belíssimas paisagens.

Instantes serenos



Nada como um bom fim de semana de conversas, de risos, de abraços, de leituras e de sabores para nos sentirmos de bem com o mundo e com as pessoas que nos rodeiam. E também para recuperarmos forças para mais uma dura semana de trabalho. Obrigado amigos!

Dulcineias e meninas-flor


Menina Flor, Atelier Viana Cabral

Quando for rico vou querer ter uma menina-flor.

Paris


Esta semana fui duas vezes ao cinema. E nas duas vezes senti saudades da cidade que me acolheu no ano passado por apenas 5 dias. Pouco me importam os clichés que rodeiam Paris. Sim, sinto saudades das ruas e praças, dos jardins, dos monumentos, dos diferentes "arrondissements" mas sobretudo saudades das sensações e das emoções daqueles dias.
Gostava especialmente que as imagens daquele passeio de barco de final da tarde perdurassem dentro de mim por muito tempo.
Filmes a ver: "2 dias em Paris" e "Paris Je T'aime".

Ritual gastronómico e fotográfico


Teresa Silva

Não há assim tantas oportunidades como esta. Podermos disfrutar dos sabores de saladas, quiches e outras delícias gastronómicas, ao mesmo tempo que podemos apreciar (e comprar!) as belíssimas fotografias da Teresa Silva.

Todos os dias aqui:

Doce Ritual
Rua da Torrinha 86A
4050-609 Porto
telemóvel: 96 777 67 97
Horário: 08h00 às 20h00; Sábados - 09h00 às 18h00

A orquídea


O que resta da orquídea. Parece estar moribunda. Não me parece que volte a recuperar e a florir como antes. Será que me engano? Ainda posso fazer alguma coisa por ela?

"In a manner of speaking" - Tuxedomoon

Catalunya 2007


La Mora, mar, Roca Plana, Òscar, sol, "Ready to Catch Him Should He Fall", los pinos de La Mora, vento, "The Gift", Torre dels Escipions, Tarraco, "a tocar ferro", la terraza de Raúl, pôr-do-sol, regalos, vino Fragolino, mercat antiguitats, Cala Fonda, Altafulla, la galleta verde, L'estació de trens de Tarragona, adéu, Cómplices.

Domingo com sabor a trovoada de verão


Jardins de Serralves, Porto


Praça da Batalha, Porto

Interregno

A vida segue dentro de momentos. Sem previsão de regresso.

Um ano de Micas


Um ano de repleto de ronrons, de curiosidades, de lambidelas, de muitas marotices e de grandes sorrisos. Adoro-te!

A música e o filme: "Wild tigers I have known"



Será que este filme vai passar no Queer Lisboa 11?

Sons Argelinos

É 6feira e está calor! ;)

Agosto fora do sítio


Agosto entrou nas nossas cabeças, impedindo-nos de postar pouco mais do que nada. São muitos os motivos para não olhar para o computador, e aqui vai mais um. Não seria propriamente a minha escolha e é verdade que a aposta já teve anos mais arrojados (nunca me esquecerei do desconcertante "Os respigadores..." da Agnés Varda, dentro do mercado do Bom Sucesso, à noite e no meio das bancas de legumes e paletes com frutas). Talvez se pense que para cinema popular não se possa pedir mais. Bom Agosto!

A. e B., R.I.P.

Desaparecem na mesma altura, como se viessem do mesmo planeta e uma nave invisível os tivesse vindo recolher, depois de cumprida a sua missão. Antonioni, que comunicou quase sem palavras e com toda a amplitude psicológica dos seus cenários urbanos o enorme vazio da existência humana. E Bergman, por vezes quase verborreico, em grandes planos que nos fixaram na retina Liv Ulmans e Bibi Andersons, em peças de câmara sobre essa grande batalha que se desenrola no interior de cada um de nós, entre a amor e a liberdade, entre a loucura e a abstracção da felicidade, e a dificuldade da ponte com o outro. Houve muito dali que nos fez assim.

Michelangelo Antonioni (1912-2007)


in L'Eclisse (1962)

Ingmar Bergman (1918-2007)


in Persona (1966)

Do (fundo do) baú #3

Do (fundo do) baú #2

Do (fundo do) baú

Arte Queer


by Roberto González Fernández e David Trullo (da série Queer Theme Park)

Comes, bebes, ouves e vês


Os bons serões fazem-se com alguma iniciativa. Conhecer a cidade é um acto básico de curiosidade e de fuga à melancolia. Um jantarito bem regado na marginal sul do Douro pode bem ser seguido de uma excursão ao Hot Five, um bar de jazz ao vivo na zona dos Guindais, já do lado esquerdo da Ponte D.Luís, no Porto. Aí podemos relembrar como esta música é uma expressão pulsional e envolvente, e de como podemos regressar-lhe como a uma bebida regeneradora. Para regalar a vista, também temos à porta uma exposição do Georges Dussaud, cujas fotos fazem tão parte de uma minha etapa que me sinto incapaz de as qualificar esteticamente.

Orgulho no Porto


"Nem menos, nem mais: direitos iguais!"
"Sim, sim, sim, somos assim!"
"Onde estão? Não se vê! Os direitos LGBT!"
"Eu amo quem quiser, seja homem ou mulher, ou outra coisa qualquer!"
"Trans é natural, transfobia é fatal!"
"Nós somos família, sabemos amar. Filhos já fazemos, queremos adoptar!"

Foi ao som destas palavras de ordem, no meio de muita cor e de algumas centenas de pessoas, que participei pela primeira vez numa marcha gay. Várias razões impediram-me de participar nas várias edições em Lisboa, em Madrid ou até no Porto. Estou contente pela minha estreia ter sido na "minha" cidade! Ou muito me engano ou a marcha cá no Porto veio para ficar.

Porto com pluma é Porto cidadão!


É já amanhã (sábado) a 2.ª Marcha de Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero no Porto, e é para levar muita garra tripeira! A concentração é às 15h30 na Praça da República. Mais informações aqui.

O mosaico de Fjærland (by Venus)


Livros, água, montanhas, glaciares, livros, Miss Glaciar, bicicletas, posto de turismo/alfarrabista, bokbyen, Bøyabreen, livros, Supphellebreen, Hotel Mundal, caminhadas, suor, vacas, ovelhas, flores, livros, silêncio, bosques, nuvens, gelo, quedas de água, barcos, ausência de noite.

Noruega: os mosaicos - Fiordes

AI


(obrigado Esteva)

Algures na La Drôme...


L´Homme de Sa Vie foi uma verdadeira surpresa. É um filme sereno, onde se sente nos cabelos a brisa quente de verão, onde se mergulha nas águas frescas do ribeiro, se escutam os risos e brincadeiras das crianças, onde se observam os complicados e tão sedutores passos do tango e, entretanto, dois homens se vão apaixonando um pelo o outro. Sem dúvida, é o meu "filme de verão" deste ano!

« parlez-moi d’moi
y a que ça qui m’intéresse,
parlez moi d’moi
y a que ça qui me donne d’l’émoi.
De mes amours, mes humeurs, mes tendresses, de mes retours,
mes fureurs, mes faiblesses, parlez moi d’ moi… »





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